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Crédito habitação e crédito pessoal

Com a Meg Fin, quando o tema é crédito habitação ou crédito pessoal, o processo é nosso e o resultado é seu.

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Crédito habitação para aquisição

Residentes, não-residentes, estrangeiros ou portugueses a viver e trabalhar no estrangeiro. Cada perfil tem condições diferentes, instituições diferentes e documentação diferente. Estudamos o seu caso, avaliamos as possibilidades e pensamos a estrutura antes de aceder a qualquer instituição financeira — só então avançamos. Saiba mais.

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Transferência de crédito

A maioria das pessoas nunca olhou para a sua dívida como um todo da mesma forma que avalia o seu portefólio de investimentos. Nós olhamos — e frequentemente há margem para melhorar. Não apenas na taxa. Na estrutura inteira. Saiba mais.

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Crédito para investimentos

Património acumulado cria opções que outros perfis não têm. Raramente são óbvias — e quase nunca estão numa brochura padrão. É exatamente aí que entramos. Saiba mais.

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Obras e autoconstrução

Financiar uma obra não é o mesmo que financiar uma compra. O ritmo é diferente, a documentação é diferente, e o banco precisa de perceber o projeto antes de o financiar. Nós fazemos essa tradução. Saiba mais.

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Crédito pessoal

Quando o crédito pessoal é a peça que falta — sabemos quando encaixa. Saiba mais.

Perguntas frequentes
Quando devo contactar a Meg Fin — antes ou depois de escolher a casa?

O cliente deve procurar a Meg Fin idealmente antes mesmo de começar a visitar imóveis. Saber exatamente qual o montante que consegue financiar, em que condições e com que impacto na sua situação financeira muda completamente a forma como aborda o mercado. Evita deceções, agiliza a decisão quando encontrar o imóvel certo — e coloca-o numa posição muito mais forte na negociação.

Na intermediação de crédito, a Meg Fin é remunerada pelos bancos. A análise e o acompanhamento do seu crédito são sem custos para si. É assim que funciona o modelo desse serviço em Portugal — e é por isso que o nosso interesse está alinhado com o do cliente: procuramos a solução mais adequada a cada caso.

Temos acesso aos produtos de diversas instituições e o nosso único objetivo é encontrar o que faz sentido para o seu caso. Para além disso gerimos todo o processo: da análise inicial à escritura, com coordenação entre todas as partes envolvidas — instituições financeiras, advogados, notários e demais intervenientes. É um processo com muitos intervenientes e exige bastante coordenação — e é exatamente isso que fica do nosso lado.

Um intermediário de crédito vinculado é uma entidade autorizada pelo Banco de Portugal que estabelece contratos de vinculação com instituições financeiras. Na prática isto significa que temos acesso direto aos produtos e condições de vários bancos — e trabalhamos em defesa dos interesses do cliente.

A nossa única relação comercial é com nossos clientes e as instituições financeiras com as quais trabalhamos. Algumas imobiliárias têm serviços de intermediação integrados — o que cria uma relação comercial entre quem vende e quem financia, com o potencial de influenciar as recomendações. A Meg Fin não tem esse conflito: se um imóvel levantar questões do ponto de vista documental ou financeiro que possam prejudicar o cliente, será o primeiro a saber.

Trabalhamos com residentes, não residentes, estrangeiros e portugueses a viver no exterior. A elegibilidade depende do perfil financeiro (rendimentos, historial de crédito, situação fiscal) e não da nacionalidade. É precisamente por isso que cada caso deve ser analisado de forma específica, em vez de se aplicar uma solução genérica.

Rendimentos no estrangeiro são aceites por várias instituições em Portugal, mas as condições e os documentos necessários são diferentes consoante o país, o tipo de rendimento e a estrutura fiscal do cliente. É um dos casos em que a análise prévia faz toda a diferença.

Clientes que vivem de dividendos, de rendimentos de estruturas societárias ou de rendas têm um processo de análise diferente de um trabalhador por conta de outrem — e a documentação necessária é consideravelmente mais complexa. É um perfil que conhecemos bem.

A taxa de esforço é um dos principais critérios que os bancos usam para avaliar a viabilidade de um crédito. Em termos simples, é a proporção do rendimento mensal comprometida com prestações de crédito. O problema é que muitos clientes chegam a nós depois de terem contratado um carro a crédito, um crédito pessoal ou outro financiamento — o que pode comprometer ou inviabilizar o crédito habitação que desejam. Por isso insistimos: contacte-nos antes de tomar decisões financeiras que possam condicionar o projeto imobiliário.

Para um trabalhador por conta de outrem, os documentos habituais incluem: documentos de identificação, declaração de IRS, nota de liquidação, recibos de vencimento, mapa de responsabilidades de crédito, extratos bancários e documentação do imóvel. Para um cliente com rendimentos no estrangeiro ou com estrutura societária, a lista é consideravelmente diferente. Fazemos uma pré-análise no início do processo e indicamos exatamente o que é necessário em cada caso, sem burocracia.

O tempo consumido em um processo de crédito depende do perfil do cliente, da instituição e da complexidade da operação. Em termos gerais, da análise inicial à aprovação do crédito podem decorrer duas a seis semanas. A partir daí, a marcação da escritura é coordenada com todas as partes envolvidas. Casos mais complexos (não residentes, rendimentos no estrangeiro, estruturas societárias) podem demorar mais.

Em determinados contextos um crédito pessoal pode ser útil como instrumento temporário ou para colmatar uma necessidade específica numa estruturação mais complexa. A adequação depende do perfil e do objetivo — é algo que analisamos caso a caso.

Veja se pode pagar menos. Comparamos o seu crédito com as condições dos principais bancos, sem custos para si.

Membro da ANICA

Associação Nacional de Intermediários de Crédito Autorizados

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